Há algum tempo atrás eu escrevi um artigo, “Tendências do treinamento funcional” explicando um pouco da estrutura que o Treinamento Funcional apresenta nos Estados Unidos, e quem são as principais figuras nessa indústria e qual é o foco do trabalho de cada um. Este artigo fez com que eu fizesse uma análise de todos os meus tutores e ficou muito mais claro para mim o papel que cada um teve na criação da
CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL ARTE DA FORÇA, e porquê acredito que a soma do melhor de cada um desses profissionais me ajudou a criar o que há de melhor no mercado do Treinamento Funcional do Brasil.
Em 2001 eu passei a me interessar por treinamento funcional ao trabalhar com médicos ortopedistas que estavam montando um time de personal trainers que pudessem ser utilizados pelos seus pacientes, e no treinamento que recebemos a meta mais importante era que entendêssemos os desequilíbrios musculares que as pessoas apresentavam, para que a recuperação desses pacientes fosse a mais equilibrada possível.

E nessa estágio que conheci o trabalho do Paul Chek, um dos precursores do
Treinamento Funcional, e ele baseia todo seu trabalho na integração holística dos sistemas corporais, e que o equilíbrio entre eles deveria ser a meta de cada pessoa. E toda a atenção ao detalhe que Paul Chek utiliza na caracterização da anatomia funcional, na atenção à postura, e no uso da bola suiça como ferramenta das mais diversas avaliações de força é apresentado aos instrutores no módulo II de maneira prática e detalhada, visando uma união dos nossos ensinamentos da faculdade com essa valiosa fonte de informações.
No mesmo módulo II também utilizamos muito a estruturação sistemática que a NASM utiliza na sua programação. Dessa entidade, nossos instrutores aprenderão a olhar para cada exercício e saber em que momento da programação o cliente se apresenta, e quais seriam as características dos treinos que já se passaram e quais seriamos próximos a ser utilizados. O uso de uma maneira simples de se avaliar, programar e aplicar os treinos faz com que os nossos instrutores utilizem o que há de mais moderno em sistematização do treinamento funcional no mundo.
Ainda com o material da NASM, preparamos nossos instrutores para trabalhar com atletas ao utilizarmos o modelo que eles apresentam no “performance enhancement specialist”, que exploramos no módulo IV, quando a meta é o entendimento da programação de que se é necessária para quando resultados ruins não são uma opção.

Toda a ação e intensidade apresentada por JC Santana é apresentada ao nosso time com a parte aplicada dos exercícios com medicine ball, bolas suiças, e exercícios funcionais, onde J.C. se consagrou como um dos melhores da área de treinamento, principalmente de atletas de lutas. Nessa mesma parte prática, utilizo os ensinamentos passados a mim por Mark Verstegen, do Athletes Performance, que se tornou uma autoridade no trabalho realizado com equipes de competição, e ultimamente as suas teorias de treinamento tem sido utilizadas pela grande maioria das equipes de ponta nos principais esportes americanos, como o baseball, basqueteball, e futebol americano. Porém suas maiores conquistas foram com o futebol, conquistando a terceira colocação na copa do mundo de 2006 com a Equipe da Alemanha.

E já estando nos Estados Unidos por algum tempo, percebi que a modalidade que realmente movimenta a maior clientela é o golfe. E a partir dessa minha percepção é que acabei me envolvendo com Dr. Greg Rose, principal cabeça do Titleist Performance Institute, que felizmente utilizava os conceitos do Functional Movement Screen, de Gray Cook, como uma maneira eficiente de prever lesões em seus atletas. Essa avaliação tem se tornado lugar comum em qualquer centro de treinamento sério, que preza pela integridade física de seus membros e ao me certificar como um especialista no FMS, consegui entender de forma detalhada o porquê da valorização que se dá para essa avaliação. Nossos instrutores recebem esse conhecimento no módulo III, somando o que já aprenderam nos pré-requisitos I e II, os preparando ainda melhor para uma atuação completa como profissional da performance humana. Essa idéia de integração entre os conhecimentos é que formam o Treinamento Funcional do Arte da Força.
O impacto que o FMS causou na minha atuação profissional foi refletido no meu projeto de mestrado, que era exatamente defendendo o seu uso em jogadores de golfe, como forma de prevenção de lesões, tão comum em tais jogadores.

E também através de Gray Cook é que me interessei ainda mais pelos kettlebells, pois foi como ele que vi pela primeira vez o uso de pesos consideráveis como forma de fisioterapia, e me envolvendo mais com o assunto e utilizando os conceitos tanto de Gray quanto de Pavel Tsatsouline com os kettlebells no RKC, a minha paixão por treinamento, recuperação e movimento foram reacendidas.
Hoje posso dizer, muito feliz, que comecei uma nova carreira quando tive contato a todos esses grandes tutores e suas teorias, e vi que a soma desses conhecimentos pode realmente preparar a todos nós da maneira mais completa que se pode encontrar.

E a Arte da Força traz para o Brasil toda essa gama de conhecimentos com a sua Certificação Profissional, e os 4 módulos iniciais e 2 avançados que a compõe. Conheça mais sobre essa oportunidade de crescimento profissional no nosso site
www.artedaforca.com.br!
Ms. Thiago F. Passos, CSCS
Equipe Arte da Força
Performance Enhancement Specialist
Russian Kettlebell Challenge Certified
CHEK Practitioner Level I - FMS Certified